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Como combater a síndrome da impostora

08 novembro, 2021

Como combater a síndrome da impostora

Você talvez já tenha ouvido falar na síndrome da impostora, mas você sabe por que ela acomete mais mulheres que homens? Muito discutida no meio do empreendedorismo feminino, esse fenômeno pode acometer pessoas em qualquer área, por isso merece ser mais debatido! 

As mulheres costumam ser as maiores vítimas por conta de como nossa sociedade se estrutura em torno do homem, mas eles não estão totalmente ilesos. Seja no trabalho, seja no meio acadêmico ou até nas relações pessoais, pessoas com síndrome do impostor podem prejudicar muito a própria vida sem se dar conta do que fazem. 

Para contribuir com o debate, a Biossance preparou um conteúdo exclusivo para ensinar você a identificar os sintomas, evitar prejuízos e refletir sobre os motivos que levam alguém a ter a síndrome da impostora. 

O que é a síndrome da impostora?

Sabe aquela pessoa que, por mais que receba elogios e alcance sucesso, nunca acredita que merece reconhecimento? Talvez ela sofra com a síndrome da impostora e se sinta um impostor. 

Essa síndrome combina algumas características como baixa autoestima, autossabotagem e perfeccionismo. Essa combinação impede o “impostor” de acreditar que se saiu bem ou tem capacidade para realizar algum trabalho. 

Por esse motivo, o impostor ou a impostora acaba perdendo oportunidades, já que não crê nas próprias habilidades e tem certeza de que será “desmascarado” a qualquer momento. 

Os impostores costumam acreditar que tudo o que conquistaram foi por sorte ou com a colaboração de outra pessoa que seria mais competente. Tudo isso gera um ciclo de autossabotagem que afeta a vida da pessoa constantemente. 

Por que atinge mais as mulheres?

Culturalmente a sociedade foi construída por e para homens, por isso as mulheres ainda sofrem exclusão em muitos ambientes. Quando pensamos no ambiente profissional, faz poucas décadas que as mulheres começaram a ocupar espaços que antes eram alcançados apenas por homens. 

Assim, é muito mais comum encontrar mulheres que não se sentem realmente capazes nas próprias profissões, por mais sucesso que elas tenham conquistado. Entre as mulheres que empreendem, esse sentimento é potencializado pela instabilidade e pelo risco inerentes do empreendedorismo. 

A desigualdade salarial também é um fator que contribui para a síndrome da impostora atingir mais mulheres que homens. O não reconhecimento financeiro das profissionais alimenta a sensação de que não merecem ocupar o lugar onde estão. 

Como identificar?

A sensação de não pertencimento acompanha quem vive com a síndrome da impostora. Seja no ambiente de trabalho, seja nos estudos ou nas relações pessoais, a impostora sente que pode ser substituída a qualquer momento. 

A autodepreciação constante faz a impostora fugir de tarefas das quais ela não se julga capaz, causando grande prejuízo profissional. Isso também pode afetar relações pessoais, pois uma impostora pode acreditar que não é merecedora de afeto. 

sindrome da impostora

O perfeccionismo é outra característica da síndrome da impostora. A falta de autoconfiança propicia uma busca eterna por uma perfeição que não existe, atrasando ou até mesmo paralisando o impostor enquanto executa tarefas. 

Essa busca pela perfeição também é uma das causas da procrastinação que acomete muitos impostores. Por querer fazer tudo perfeitamente, o tempo que uma pessoa impostora leva para uma tarefa é muito maior. 

Por isso é comum uma pessoa com síndrome de impostor acreditar que é preguiçosa, desleixada ou incompetente. A autocobrança é enorme e traz muito sofrimento para ela, inclusive ocasionando certa dificuldade para lidar com erros e frustrações. 

Como evitar?

Se você se reconheceu ao longo do texto, respire fundo e se acalme! Há algumas maneiras bastante efetivas de combater a síndrome da impostora no seu dia a dia. O primeiro passo é procurar terapia caso perceba que esses sentimentos estão impossibilitando que você viva plenamente. O autoconhecimento é essencial para conseguir vencer a síndrome da impostora.

Algo que você pode começar hoje é escrever sobre seus sentimentos. Quando sentir que está se boicotando, escreva para organizar seus pensamentos. Isso facilita a distinção entre o que é verdade ou autodepreciação exacerbada. 

Outra dica importante é deixar a busca pela perfeição no passado. É melhor uma tarefa pronta com alguns erros que um resultado ideal que só existe na sua cabeça. Tirar o peso da perfeição dos ombros abre espaço para outras ideias surgirem livremente em sua cabeça. 

Trocar experiências com outros profissionais ajudam a melhorar nossa perspectiva. Conversando com outras pessoas, percebemos que alguns medos e dúvidas não são apenas nossos, o que diminui a insegurança ao buscar novos desafios. 

Às vezes, é preciso olhar para si mesmo com outros pontos de vista para seguir em frente. Por isso, em momentos em que a autocrítica fala mais alto, lembre-se que esse é um dos sintomas da síndrome de impostora e repare se não está se boicotando. Pense nos elogios e conquistas que já teve no passado. Com o acompanhamento correto, os sintomas vão diminuir.

Conte com a Biossance para combater a síndrome da impostora!

No blog da Biossance, sempre abordamos temas importantes para a sociedade. Continue navegando por nossos conteúdos para conferir dicas para uma vida mais saudável em todos os aspectos.

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