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Conheça os benefícios da aromaterapia

27 novembro, 2020

Se você tem o costume de perfumar a sua casa ou algum ambiente específico com óleos essenciais, saiba que além de deixar o local com um aroma agradável, você também está colocando em prática a aromaterapia.

Mas, afinal, o que é aromaterapia e para quê serve? Se você quer saber a resposta dessa pergunta ou se você já é um praticante e deseja entender melhor o tema, então vale a pena conferir este conteúdo que nós, da Biossance, preparamos. Vamos lá?

O que é a aromaterapia?

Vamos começar entendendo o que é aromaterapia e para quê ela serve. Bem, ela é uma terapia alternativa, reconhecida pela Associação Brasileira de Medicina Complementar (ABMC), com poder curativo e preventivo, que age através do nosso olfato.

Mas como assim ela “age pelo olfato”? Sim! Na aromaterapia, são explorados os benefícios dos óleos essenciais. Então, quando ficamos exposto ao seu cheiro ou ao produto em si, algumas propriedades naturais passam a agir em nosso corpo.

O mais interessante disso tudo é que a aromaterapia se utiliza de produtos 100% naturais. Ou seja, seus óleos são todos de origem botânica! Há relatos de que as civilizações antigas do Egito, Grécia, Roma, China e Índia deram início a essa terapia alternativa.

Mas quem comprovou a eficácia — e deu nome a essa terapia alternativa — foi o químico francês René Maurice Gattefossé, no século XX. Depois disso, outras personalidades comprovaram os benefícios da aromaterapia, como os médicos Jean Valnet e Paul Belaiche, a bioquímica Margaret Maury e o químico Henri Viaud.

E quais os benefícios da prática?

Para entender quais os benefícios da aromaterapia, é necessário, antes de mais nada, entender que existem dois tipos de prática: a de efeitos psicológicos (psicoaromaterapia) e a de efeitos físicos.

O primeiro caso funciona da seguinte forma: os odores, quando inalados, têm a capacidade de estimular nossas células nervosas, o que nos causa diferentes reações, como repulsa ao sentir um cheiro ruim, fome ao sentir o cheiro de alimentos, além de tranquilidade, sono, relaxamento e muito mais.

A psicoaromaterapia também tem relação com os nossos comportamentos sociais e emocionais. Com ela, é possível estimular o foco, por exemplo, como memórias, aprendizado e muito mais.

Já no segundo caso, foi comprovado que os óleos essenciais podem penetrar nas nossas membranas celulares e se dissolverem em nossos lipídios mais facilmente que a água! Uma prova disso é a presença de compostos que são extraídos de óleos essenciais na medicina tradicional, como a cânfora e o mentol.

Com isso, podemos seguir para os benefícios da prática, onde é possível apontar o combate à insônia, dor, depressão, ansiedade, estresse e vários outros sentimentos desconfortáveis. Além disso, os óleos essenciais têm propriedades antifúngicas, bactericidas e antivirais.

Como praticar a aromaterapia?

Os óleos essenciais têm benefícios que agem no corpo e mente, mas é preciso saber como utilizá-los da forma correta para aproveitar todas as suas propriedades, não é mesmo?

A verdade é que não há muitas regras para a utilização dos óleos essenciais. Eles podem ser inalados ou aplicados diretamente na pele, durante massagens, por exemplo. Tudo vai depender de sua preferência e estilo de vida.

É muito comum as pessoas utilizarem difusores para a aromaterapia por inalação. Outras formas são por spray, quando os óleos são misturados com um pouco de água e borrifados no ambiente, e por evaporação, quando o produto é aplicado em algodão ou tecido e solta seu aroma conforme vai evaporando.

No entanto, há quem prefira utilizar os óleos essenciais direto na pele. Nesse caso, sua aplicação pode ser feita através de massagens e banhos. Neste caso, inclusive, é possível combinar o uso tópico do produto com a evaporação, devido à água quente.

Cuidado com a quantidade de óleo!

É preciso tomar cuidado com a quantidade de óleo essencial utilizado, independentemente da forma escolhida para aproveitar seus benefícios. Isso porque uma gota do produto equivale a 24 xícaras da planta utilizada! Então, para não sofrer com problemas causados pelo excesso das propriedades botânicas, é bom sempre seguir a orientação de uso de um naturopata.

Tipos de óleos essenciais e suas indicações

Existem diversos óleos essenciais, e cada um é voltado para um objetivo: há óleo essencial para ansiedade, estresse, falta de concentração, enxaqueca, dores de cabeça, problemas respiratórios, febre, tontura e muito mais. Alguns exemplos são:

  • Alecrim: ideal para cansaço mental, dificuldade de concentração, falta de memória, enxaqueca e dores de cabeça, dores musculares e articulares;
  • Canela: ideal para cansaço físico e mental, falta de concentração, dificuldade para relaxar, dor de cabeça, tonturas, irritabilidade e cólicas menstruais;
  • Eucalipto: ideal para dores musculares, de cabeça e enxaqueca, febre, problemas respiratórios e tensão muscular;
  • Bergamota: ideal para estresse, ansiedade, depressão, má digestão e infecções da pele;
  • Camomila: ideal para estresse, depressão, tensão muscular e inflamação do sistema urinário;
  • Limão: aromaterapia para ansiedade, concentração, estresse e falta de energia,
  • Ilang-ilang: ideal para pressão alta, náuseas, problemas intestinais, ansiedade e estimular o crescimento dos cabelos.


Um ponto importante sobre a aromaterapia e como funciona é que você pode, sim, misturar óleos essenciais, mas é preciso que um naturopata indique a mistura. Assim, não haverá riscos de desequilíbrio na composição.

Fique por dentro das novidades!

Gostou de saber mais sobre a aromaterapia? Então, que tal conferir as outras publicações do blog Biossance? Temos vários posts sobre saúde, autocuidados e muitos outros assuntos interessantes! Vale a pena conferir.


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