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Dermatite atópica: como tratar?

06 dezembro, 2021

Dermatite atópica: como tratar?

A dermatite atópica é uma doença crônica  causada por um desequilíbrio na barreira de proteção da pele. A sua característica principal são lesões avermelhadas (eczemas) que coçam muito e podem descamar. 

Esse tipo de dermatite pode estar ligado a outras doenças, como asma, rinite e bronquite, e em geral se manifesta na infância, mas também pode aparecer na vida adulta, especialmente na faixa entre 20 e 40 anos. 

Se você está se perguntando se a dermatite atópica é contagiosa, saiba que não precisa se preocupar: a doença é autoimune e não oferece perigo para as pessoas com quem o paciente tem contato. 

Para esclarecer as principais dúvidas, a Biossance preparou um guia repleto de informações para você conhecer mais sobre essa condição que pode gerar consequências para a autoestima dos afetados. 

Quais são os sintomas? 

A principal característica da dermatite atópica é a pele seca, às vezes avermelhada e que coça constantemente. Por conta da coceira, a pessoa afetada pela dermatite acaba causando lesões na pele, como escoriações e infecções secundárias.

Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), entre 2% e 10% dos adultos são afetados por esse tipo de dermatite, e cerca de 60% dos casos surgem no primeiro ano de vida. 

A dermatite atópica em bebês se manifesta principalmente nas bochechas, no pescoço e no couro cabeludo. Já em crianças maiores, adolescentes e adultos, as lesões aparecem nas dobras dos braços e das pernas, nas pálpebras e no pescoço. 

As crises de dermatite atópica podem ser leves, moderadas ou graves. Ainda segundo a ASBAI, a doença assume a forma leve em 80% das crianças, e em 70% dos casos há uma melhora gradual até o começo da adolescência.

Quais são as causas?

Além do fator genético que determina o grau de ressecamento da pele, alguns fatores podem ser gatilhos para crises como, certos tipos de tecido, frio intenso, ambientes secos, calor e transpiração. 

Estresse, ansiedade e outros aspectos emocionais também podem ser determinantes para o agravamento de episódios de dermatite atópica.  Por isso, é recomendado que o paciente tenha acompanhamento psicológico para lidar com a situação. 

Segundo a Associação Brasileira de Dermatologia, as crises costumam ser recorrentes e podem ter intervalos de semanas, meses ou anos. Por esse motivo, seguir os tratamentos disponíveis é essencial para controlar a doença. 

Como combater o estigma social? 

As marcas características da dermatite atópica ainda são razão de preconceito na sociedade, como confirma uma pesquisa do Instituto Ipsos, que atestou que 35% dos pacientes já sofreram algum tipo de discriminação. 

Para pessoas negras, um quadro de dermatite pode ser ainda pior. Como a pele costuma produzir mais melanina em regiões afetadas por ferimentos, na pele negra as cicatrizes ficam mais escuras e visíveis. 

Essas situações acabam intensificando negativamente o quadro emocional de pessoas com dermatite atópica, o que pode agravar os sintomas da doença . Por isso, os tratamentos para dermatite atópica exigem muita disciplina dos pacientes, sendo importante seguir o acompanhamento de um dermatologista.

Quais são os tratamentos? 

Como a dermatite atópica não tem cura, o objetivo do tratamento é aliviar os sintomas de coceira a fim de evitar o agravamento da inflamação na pele. Para isso, podem ser receitados pomadas e outros remédios tópicos. 

dermatite atópica

Em casos graves, podem ser utilizados remédios orais, como antialérgicos para diminuir a coceira, especialmente durante o sono. Somente uma avaliação de um médico especialista consegue identificar detalhadamente as necessidades de cada caso. 

A hidratação constante da pele é outra saída para controlar os sintomas da dermatite atópica. A barreira natural de proteção da pele fica muito prejudicada nos pacientes, e é preciso reforçá-la para evitar novas crises. 

Cremes hidratantes ricos em glicerina vegetal, pantenol e óleos vegetais são os mais indicados para quem sofre dessa condição e devem ser aplicados várias vezes ao dia para manter a pele sempre hidratada. Não se esqueça também de ingerir ao menos dois litros de água por dia. 

Como a dermatite atópica está associada a outras doenças, como asma e bronquite, o tratamento também pode incluir consultas com diferentes especialidades para o controle total da doença. 

O que fazer no dia a dia? 

Como a dermatite atópica é autoimune, alguns hábitos do dia a dia ajudam a combater novas crises. Tomar sol nos horários de baixa radiação UVB (antes das 10h e depois das 16h) por poucos minutos podem aliviar os sintomas. Mas cuidado: o excesso de radiação pode piorar o quadro.

Por outro lado, é importante frisar que a exposição solar prolongada pode provocar sudorese intensa, o que agrava a condição, portanto todo cuidado é pouco! Outro tratamento disponível e eficaz é a fototerapia em consultórios. 

Ainda, as pessoas atingidas por essa dermatite devem evitar banhos muito quentes e prolongados, já que a água quente resseca a pele. Sabonetes suaves que respeitam o pH da pele também são aliados na luta contra a dermatite atópica.

Evite sabonetes bactericidas ou antissépticos. Esse tipo de produto costuma ressecar a pele, alterando a microbiota natural e protetora da região. Isso acaba piorando as lesões.

Outra dica é optar por roupas com tecido de algodão e evitar tecidos sintéticos ou mistos. O algodão causa menos atrito na pele, enquanto tecidos sintéticos ressecam, piorando a condição.

A Biossance luta pelo fim do estigma da dermatite atópica

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