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Tudo que você precisa saber sobre a dermatite herpetiforme

30 dezembro, 2021

Tudo que você precisa saber sobre a dermatite herpetiforme

Também conhecida como doença de Duhring-Brocq, a dermatite herpetiforme é uma alteração patológica cutânea benigna, caracterizada pela sensação de prurido (coceira) e queimação. É considerada uma variante da celíaca, uma condição em que o paciente apresenta intolerância ao glúten e lesões de pele pruriginosas.

Existem diversos fatores que colaboram para o surgimento de Duhring-Brocq; os principais são sensibilidade ao glúten e condição imunitária. Neste post, vamos explicar mais sobre o que é essa dermatite, como ela aparece e as melhores formas de tratamento. Acompanhe!

O que é dermatite herpetiforme?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a dermatite herpetiforme é uma doença bolhosa, que não possui uma causa específica. Contudo, há grande relação com o sistema imunológico contra uma área do corpo, levando ao surgimento de lesões associadas à intolerância ao glúten.

Mas, o que é o glúten? Essa substância nada mais é do que uma proteína presente em cevada, aveia, trigo, centeio, painço e malte, bem como nos seus derivados, como a farinha. É uma doença crônica, que oscila entre os períodos de muita irritação e melhora. 

Atinge principalmente pessoas do sexo masculino, podendo aparecer da infância à vida adulta. Vale lembrar que embora seja uma variante da celíaca, essa doença autoimune não apresenta manifestações intestinais.

Quais são os principais sintomas da dermatite herpetiforme?

A variedade com que a dermatite herpetiforme se apresenta é o que dificulta o diagnóstico. Por esse motivo, antes de começar qualquer tratamento, é muito importante contar com o auxílio de um dermatologista — que pode, inclusive, solicitar alguns exames. 

O surgimento acontece de forma gradual, caracterizando-se pela formação de lesões inicialmente avermelhadas e papulosas. Elas evoluem para pequenas bolhas, progredindo para erupções com aparência semelhante à de herpes. Daí o nome “herpetiforme”, embora não haja relação com essa outra doença.

A coceira está entre os sintomas de dermatite herpetiforme e varia entre os momentos mais tranquilos e intensos. A escoriação pode causar crostas e feridas, devido ao ato de coçar, que além de romper as lesões acaba deixando cicatrizes mais claras ou mais escuras que a pele.

As lesões podem aparecer em qualquer região do corpo, sendo mais frequente nas superfícies extensoras, como é o caso de coxas, joelhos, cotovelos, dorso do tronco e nádegas.

Diagnóstico da dermatite

A melhor forma de diagnosticar o quadro é fazendo uma biópsia. Se você tiver erupções cutâneas recorrentes nas regiões mencionadas acima, o recomendado é procurar a ajuda de um médico — que de cara já irá descartar algumas opções, como a dermatite atópica. 


Na biópsia, será feita uma coleta de uma pequena região da pele, para ser analisada com cautela. Isso pode então revelar a ligação do glúten com a IgA (imunoglobulina encontrada em secreções, tais como saliva, fluidos nasais e lágrimas), confirmando assim o diagnóstico. 

dermatite herpetiforme

O teste imunofluorescência é outra forma de diagnosticar o caso. Aqui, uma mancha é aplicada ao redor da erupção cutânea para que o profissional verifique a presença de anticorpos IgA. Se eles forem confirmados, você está com a dermatite e deve seguir os passos que vamos abordar no tópico a seguir.

Como tratar a dermatite herpetiforme?

O tratamento da dermatite herpetiforme consiste em eliminar o consumo de glúten das refeições, evitando alimentos como bolos, pães, biscoitos, salgadinhos, leites maltados e produtos com farinha de trigo.

Como já comentamos, contar com orientação médica é muito importante para entender as melhores formas de cuidado diante dessa doença autoimune na pele. Quanto à medicação, há diversas opções que podem ser indicadas, podendo durar meses ou anos.

Muitos pacientes diagnosticados com essa condição passam longos períodos seguindo uma dieta livre de glúten, acompanhada pelo uso de sulfapiridina ou dapsona. Como ainda não há uma cura conhecida, é comum que essa seja uma rotina diária de quem desenvolve a doença; caso contrário, os sintomas podem voltar.

Como prevenir a dermatite herpetiforme?

Apesar de genes serem frequentemente encontrados em alguns portadores de DH, essa condição não tem ligação com genética. Uma parte das pessoas com esse quadro possui alteração no intestino, indicando modificações no sistema imunológico similares ao que ocorre na pele.

Uma boa dica para quem quer descobrir se realmente tem essa condição é seguir, de forma experimental, uma alimentação rica em glúten. Apesar de ainda não se saber sobre a relação desses alimentos com a saúde da pele, muitos pacientes apresentam grande melhora ao adotar uma dieta livre do ingrediente.

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